Anitta ignora frio de 15 graus na Bahia, sensualiza com look e fala sobre polêmica de clipe: 'Uma trança é uma trança'

Cantora foi a segunda atração a se apresentar neste domingo (27), no Festival de Inverno Bahia 2017.

Por Alan Tiago Alves e Marcelo Lopes, G1 BA

27/08/2017

A cantora Anitta ignorou o frio de 15 graus em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, e subiu ao palco usando um look ousado, com uma meia arrastão e o bumbum à mostra. A cantora foi a segunda atração a se apresentar neste domingo (27), no Festival de Inverno Bahia 2017 (FIB).

Cercado pela trupe de dançarinas e dançarinos, a artista esbanjou sensualidade, cantando hits que mostram um pouco da batida, da cultura das favelas e dos bailes que fazem parte do universo musical de Anitta. Essa foi a primeira vez da cantora no FIB.


 


O show, que começou pontualmente às 21h50, reuniu os maiores sucessos da carreira da cantora, incluindo "Sua Cara", parceria com Pablo Vittar. Apesar da roupa ousada, em um momento do show ela resolveu usar um roupão rosa para aquecer e agradeceu.

“Eu tô muito feliz de verdade de estar aqui! Eu sei que vocês estão gostando mas, olha, acho que vocês vão gostar ainda mais agora. Vocês achavam que eu não ia rebolar o meu bumbum não?”, disse Anitta antes de começar o show do rebolado com "Movimento da Sanfoninha".

Antes de subir ao palco, a cantora deu uma entrevista exclusiva ao G1. Ela falou sobre o novo clipe gravado no Vidigal, no Rio de Janeiro.

“Eu resolvi fazer um funk, junto com um MC de funk, e misturei também o rap, o hip hop americano, eu chamei um rapper amigo meu e tive a ideia de fazer no Vidigal. Na verdade, em uma favela, justamente para mostrar um pouco o que é um funk, da batida, do universo e de onde transita o funk, dos costumes da galera que costuma ir para o baile funk, gostar de funk”, disse.

Devido ao uso de tranças no clipe, Anitta foi acusada de apropriação cultural. Sobre essa polêmica, a resposta da artista foi objetiva. "Eu me importo com coisa que realmente vai mudar o futuro do nosso país, que vá mudar a vida das pessoas. Uma trança é uma trança”, disse.